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Vai fazer uma Tomografia Computadorizada ou uma Ressonância Magnética em Fortaleza? Entenda as diferenças, indicações e o que esperar antes do exame!
Quem precisa realizar exames de imagem como Tomografia Computadorizada ou Ressonância Magnética costuma ter dúvidas sobre preparo, segurança, tempo de exame e possíveis desconfortos.
Essas perguntas são comuns, e entender melhor cada etapa ajuda o paciente a se sentir mais seguro e confiante.
A seguir, os especialistas da Criterium Diagnósticos esclarecem os principais pontos.
Equipamento de ressonância magnética de alta definição utilizado na unidade Criterium Diagnósticos 1.
Qual a diferença entre Ressonância Magnética e a Tomografia Computadorizada? A Tomografia Computadorizada (TC) utiliza radiação (raios X) e é muito rápida, sendo o principal exame indicado em situações de urgência ou emergência. Já a Ressonância Magnética não utiliza radiação, funcionando por meio de um campo magnético, e oferece imagens mais detalhadas dos tecidos moles, sendo mais utilizada em exames que não necessitam de urgência (agendados). Na prática: Tomografia → mais rápida Ressonância → mais detalhada 2.
Quando cada exame é indicado? Para qualquer tipo de exame, é imprescindível uma avaliação clínica prévia para que seja indicado o exame mais adequado.
Não existe “receita de bolo”. A Tomografia é mais indicada principalmente em: Traumas (acidentes) Avaliações pulmonares (COVID, viroses, pneumonia, tumores de pulmão) Urgências e emergências, seja por acidente ou por doenças de surgimento rápido.
Já a Ressonância é mais utilizada em: Doenças neurológicas (que afetam o cérebro), como esquecimentos, dores de cabeça, convulsões ou tumores cerebrais.
Problemas de coluna, como hérnia de disco e dores na coluna.
Avaliação de articulações e músculos, como lesões no joelho e no ombro, nos braços e nas pernas.
A indicação correta é fundamental para um diagnóstico preciso. 3.
A tecnologia realmente faz diferença no resultado? Sim, e muita!!! Equipamentos modernos, como Tomografia Computadorizada de múltiplos detectores (multislice) e Ressonância Magnética de alta definição, permitem diagnósticos mais precoces e detalhados. Além disso, tecnologias avançadas possibilitam reconstruções tridimensionais que auxiliam na avaliação médica. Quando associadas à interpretação por médicos radiologistas altamente capacitados, essas tecnologias aumentam significativamente a precisão dos laudos. 4.
Os exames causam dor ou desconforto? Não.
Tanto a Tomografia quanto a Ressonância são exames indolores. Durante o exame, o paciente permanece deitado e deve ficar imóvel por alguns minutos. Na ressonância, pode haver: Ruído do equipamento Sensação de ambiente fechado No entanto, os equipamentos mais modernos têm reduzido bastante esses desconfortos, principalmente os que utilizam softwares de Inteligência Artificial, que permitem redução significativa no tempo de realização dos exames. 5.
O que mais incomoda os pacientes hoje? Os principais incômodos ainda relatados na Ressonância são: Claustrofobia Tempo de exame Barulho Porém, com a evolução tecnológica: Os exames estão mais rápidos Os equipamentos mais confortáveis Os ambientes mais acolhedores Tudo isso melhora a experiência do paciente. 6.
A equipe de apoio faz diferença? Faz total diferença! Uma equipe qualificada garante: Orientação correta Segurança durante o exame Execução adequada Além disso, fluxos organizados permitem maior agilidade e melhor experiência. Outro ponto importante é a realização dos exames em ambiente hospitalar, o que aumenta a segurança, especialmente em pacientes com maior risco de complicações, mesmo que raríssimas. 7.
Esses exames precisam de preparo ou jejum? Nem sempre. A maioria dos exames não exige preparo. O jejum pode ser necessário em casos específicos, como: Uso de contraste, que pode ser necessário tanto para a Tomografia quanto para a Ressonância Magnética Exames abdominais Ressonância da pelve com protocolos específicos para avaliação de endometriose ou para a avaliação da próstata, que além do jejum, precisam de alguns preparos adicionais, sempre orientados pela equipe de agendamento. A orientação é sempre individualizada para todos os tipos de exames. Tomografia computadorizada multislice com reconstrução avançada de imagens Criterium Diagnósticos 8.
A Tomografia tem radiação? E a Ressonância? Sim.
A Tomografia utiliza radiação, mas em níveis seguros e controlados.
Nos equipamentos modernos as doses de radiação são bem reduzidas, permitindo que o paciente possa fazer seus exames com total segurança, mesmo que precise realizar com uma certa frequência. Já a Ressonância não utiliza radiação, sendo baseada em campo magnético. Ambos os exames são extremamente seguros quando bem indicados. 9.
Por que a rapidez no diagnóstico é importante? A agilidade pode impactar diretamente no tratamento. Um diagnóstico rápido permite: Início mais rápido do tratamento Redução de riscos Melhor desfecho clínico Hoje, tecnologia avançada associada a equipes especializadas permite laudos rápidos sem perda de qualidade. 10.
Qual a importância dos médicos Radiologistas Subespecialistas para a precisão diagnóstica dos exames de Tomografia Computadorizada e Ressonância Magnética? Na especialidade médica da Radiologia, existe um conceito mais moderno de Radiologistas “subespecialistas”.
Além da formação habitual dos 6 anos de Medicina, e dos 3 anos de Residência em Radiologia, o subespecialista se dedica a mais um ano para se aprofundar no conhecimento de um determinado sistema do organismo, como por exemplo o sistema nervoso/cérebro (neurorradiologia), sistema ósseo (imagem musculoesquelética), doenças do tórax (imagem torácica e cardiovascular) e doenças do abdome (imagem em medicina interna).
Esse novo conceito, já praticado em nossa Clínica, permite um incremento na precisão diagnóstica dos exames de Tomografia e Ressonância.
Isso porque cada área do corpo humano possui características anatômicas e padrões de doença específicos, que exigem conhecimento aprofundado e experiência direcionada. Essa expertise reduz significativamente o risco de erros diagnósticos, aumenta a confiabilidade dos laudos e contribui diretamente para decisões médicas mais assertivas, impactando de forma positiva o tratamento e o prognóstico do paciente. Em exames complexos como a Tomografia e a Ressonância, a interpretação criteriosa por um subespecialista não é apenas um diferencial, é um fator determinante para alcançar excelência em diagnóstico por imagem. Dr.
Carlos Leite de Macedo Filho, Responsável técnico da Criterium Diagnósticos Criterium Diagnósticos Informações fornecidas por: Dr.
Carlos Leite de Macedo Filho Médico Radiologista CREMEC 8059/ RQE 7574 Responsável técnico pela CRITERIUM DIAGNÓSTICOS Tem sua formação nos principais Hospitais do Brasil, com Residência Médica de Radiologia e Diagnóstico por Imagem no Hospital Sírio-Libanês em SP, subespecialização (R4) em Radiologia de Emergência pelo INARAD-USP e estágio Internacional (Fellowship) em Radiologia Abdominal e Intervenção pelo St Pauls Hospital (Vancouver - CANADÁ).
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