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Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) esteve no local e confirmou a morte.
Reprodução- Serginho Lapada
O bebê encontrado morto dentro de uma caixa de papelão em uma lixeira de um condomínio em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá, estava formado e tinha entre sete e oito meses de gestação, segundo informou o delegado Rogério Gomes, responsável pela investigação.
Inicialmente, o caso havia sido tratado como encontro de um feto. Ao g1, o delegado a estimativa da idade gestacional é preliminar e será confirmada por exames periciais.
O delegado ainda informou que continua analisando imagens das câmeras de segurança do condomínio e deve ouvir moradores e outras possíveis testemunhas para tentar identificar a pessoa responsável pelo abandono. "A avaliação preliminar indica entre 7 e 8 meses.
Era um bebê já formado.
Além da análise de imagens, vamos ouvir possíveis testemunhas e realizar perícias nos vestígios coletados no local", disse o delegado. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp Agora no g1 Segundo Rogério Gomes, a responsabilização criminal dependerá do resultado das investigações e das perícias.
A pessoa envolvida poderá responder por aborto, abandono de recém-nascido com resultado morte ou até mesmo homicídio. "A pessoa responsável pode responder pelos crimes de aborto, abandono de recém-nascido com resultado morte ou até mesmo homicídio.
Mas tudo vai depender das circunstâncias e detalhes completos após a investigação," afirmou o delegado. Relembre o caso O corpo do bebê foi encontrado nesta quinta-feira (23) por um funcionário responsável pela coleta e separação de materiais recicláveis do Condomínio Chapada do Poente, em Várzea Grande. Segundo a Polícia Militar, o trabalhador contou que encontrou uma caixa de papelão dentro de uma sacola de lixo.
Ao abrir a embalagem, viu o bebê ainda com o cordão umbilical e tentou verificar se havia sinais vitais, mas ele já estava morto.
Em seguida, acionou a polícia. Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) estiveram no local para os primeiros atendimentos e o início da investigação.
Até o momento, a autoria do abandono permanece desconhecida.