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Empresário suspeito de estuprar criança de 11 anos é preso em Abaetetuba, no Pará
30/05/2026
Homem foi preso em flagrante na Delegacia Especializada no Atendimento à Criança e ao Adolescente de Abaetetuba (Deaca).
Reprodução / PCPA
O empresário Herisson Alef Matos Ferreira, de 33 anos, suspeito de estuprar uma criança de 11 anos, foi preso em flagrante em Abaetetuba, no nordeste do Pará, nesta sexta-feira (29).
Além do estupro, Herisson foi autuado por coação no curso do processo.
A investigação revelou que, após a denúncia, ele entrou em contato com uma adolescente de 13 anos por uma rede social.
Em áudios e mensagens de texto, o empresário mandou que a testemunha não falasse nada caso fosse procurada pelas autoridades.
O crime foi denunciado pela mãe da vítima na noite de 25 de maio e teria ocorrido na rodovia Dr.
João Miranda, também em Abaetetuba.
O empresário fugiu, e policiais civis e militares iniciaram buscas pelo suspeito.
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A demora em uma decisão judicial sobre o pedido de prisão preventiva e medidas protetivas gerou revolta na cidade.
Sem o amparo legal imediato, a mãe precisou retirar a criança da escola por conta do abalo psicológico causado na vítima.
O caso provocou protestos em Abaetetuba.
O superintendente da Polícia Civil no Baixo Tocantins, Moab Khayan, comunicou que a vítima foi levada para atendimento médico e recebeu os cuidados profiláticos necessários.
Após quatro dias do caso, o empresário foi à Delegacia Especializada no Atendimento à Criança e ao Adolescente (Deaca) acompanhado da advogada, momento em que recebeu voz de prisão.
A PC manteve a autuação em flagrante, já que as buscas ainda ocorriam e o crime de coação é considerado independente e contínuo.
O que diz a defesa
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Em nota, o escritório Denilza Teixeira Advocacia e Consultoria Jurídica, que representa Herisson Alef Matos, informou que já estava em contato com a polícia para viabilizar a apresentação do investigado e que ele se coloca à disposição da Justiça para todos os esclarecimentos necessários.
A defesa ressaltou que os fatos são de extrema gravidade e serão apurados pelas instituições competentes, respeitando o devido processo legal, o contraditório e a ampla defesa.
O empresário foi interrogado e encaminhado ao presídio de Abaetetuba, onde permanece à disposição da Justiça.
O caso segue em segredo de Justiça para proteger a vítima.
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