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Residência de morto em operação da Polícia Federal contra o tráfico internacional de drogas
Divulgação
Um dos alvos da Operação Commodity, deflagrada pela Polícia Federal na manhã desta quinta-feira (23) para desarticular um esquema de tráfico internacional de cocaína, morreu durante uma troca de tiros com agentes em Igaratá, no Vale do Paraíba, interior de São Paulo.
Segundo a Polícia Federal, Rildo dos Reis Cerqueira, conhecido como R7, era alvo de um mandado de prisão e foi localizado em uma residência de alto padrão, que contava com piscina e até uma marina privativa.
📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Durante o cumprimento da ordem judicial, ele teria reagido à abordagem e atirado contra os policiais.
Houve confronto, e o suspeito foi baleado.
Ele chegou a receber os primeiros socorros, mas morreu no local.
Nenhum agente ficou ferido. PF mira esquema do CV e do PCC que enviava toneladas de cocaína à Europa A Operação Commodity investiga uma organização criminosa responsável por enviar cerca de 6,5 toneladas de cocaína para a Europa por meio de portos brasileiros.
De acordo com a Polícia Federal, o grupo mantinha vínculos operacionais com as facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV). As investigações apontam que a quadrilha utilizava cargas de café, cimento e argamassa para esconder a droga, além de recorrer à adulteração química de substâncias para dificultar a fiscalização. Até a última atualização, 9 pessoas haviam sido presas, além da morte do suspeito em Igaratá.
Ao todo, a operação cumpre 13 mandados de prisão e 44 de busca e apreensão nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo e Santa Catarina. A Justiça também determinou o sequestro de ativos e o bloqueio de bens dos investigados, até o limite de R$ 1 bilhão. Apreensão em 2025 Cão farejador encontra cocaína em sacas de café Divulgação/PF Em setembro de 2025, foi apreendida cerca de meia tonelada de cocaína escondida em sacas de café, no Porto do Rio de Janeiro, com destino à Eslovênia.
Essa remessa ajudou a subsidiar as investigações. “Desde 2021, a organização enviou cerca de 6,5 toneladas de cocaína para diversos países da Europa, bem como mantinha vínculos operacionais com as duas maiores facções criminosas em atuação no Brasil”, afirmou a PF. A organização utilizava contêineres em embarcações de carga para levar a cocaína ao outro lado do Oceano Atlântico. “As apurações revelaram que o grupo criminoso estruturou uma complexa rede logística com ramificações na América do Sul (Bolívia e Paraguai), Europa (Alemanha, Espanha, Bélgica, Eslovênia e França) e Ásia (Tailândia), focada na exportação marítima de cocaína para o continente europeu”, detalhou a PF. 🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular.
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Baixe o GloboPop. Cão farejador encontra cocaína em saca de café Divulgação/PF