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O policial Paulo Roberto Lima Pereira foi morto durante um assalto
Reprodução/Redes Sociais
O policial militar de folga morto durante um assalto na Marginal Tietê, na Zona Norte de São Paulo, era o cabo Paulo Roberto Lima Pereira, de 44 anos.
Ele morava em Poá, era divorciado e deixou três filhos. Paulo trabalhava na Companhia de Ações Especiais de Polícia (Caep) do Comando de Policiamento de Área Metropolitana 12 (CPA/M-12), em Mogi das Cruzes.
Segundo a Polícia Militar, ele integrava a unidade desde a criação, em 2023. ✅ Clique para seguir o canal do g1 Mogi das Cruzes e Suzano no WhatsApp O velório será realizado neste domingo (30), a partir das 8h, na Câmara Municipal de Poá, no Centro.
O enterro está marcado para as 11h30, no Cemitério da Paz, no Jardim Itamarati. O GCM Júnior Felice fez elogios ao amigo.
"A única coisa que posso falar é que ele era um excelente profissional, dedicado, um pai exemplar e amigo para todas as horas.
Uma pessoa excepcional!", afirmou. De acordo com o boletim de ocorrência, a vítima dirigia um Volkswagen Jetta preto e havia parado o carro para verificar um problema no pneu quando foi abordado por três suspeitos. Um agente da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), que passava pelo local, contou à polícia que viu três homens saírem da margem do rio e se aproximarem do policial.
Segundo o relato, eles entraram em luta corporal com a vítima.
Na sequência, o agente ouviu disparos e viu os suspeitos fugirem. Segundo a investigação, Paulo Roberto foi surpreendido por trás e imobilizado pelo pescoço com um golpe conhecido como "mata-leão".
Os outros dois criminosos teriam passado a agredi-lo, dando início a uma luta corporal. LEIA TAMBÉM: PM de folga é morto com tiro na cabeça durante assalto na Marginal Tietê, em SP Durante a ação, os suspeitos teriam percebido que a vítima era policial e tomado sua arma particular, de calibre .45.
A investigação aponta ainda que o policial foi baleado com essa arma, que foi levada pelos criminosos durante a fuga. Agora no g1 Paulo Roberto foi socorrido e levado ao Pronto-Socorro do Hospital Municipal do Tatuapé, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. Os outros pertences pessoais da vítima, o carro e a arma pertencente à Polícia Militar permaneceram no local.
Até o momento, segundo a polícia, a arma particular foi o único bem levado pelos criminosos. A investigação também apura se o crime pode estar relacionado a um modus operandi conhecido na região.
De acordo com a Polícia Civil, há suspeita de que criminosos coloquem pedras de grandes dimensões na pista para provocar danos aos veículos e obrigar os motoristas a parar. Enquanto o motorista deixa o carro, integrantes do grupo que estariam escondidos nas proximidades — inclusive em uma área de vegetação além da mureta — aproveitariam a parada para abordar as vítimas e cometer roubos. Por enquanto, a Polícia Civil trabalha com essa hipótese.
Os suspeitos fugiram em direção à margem do rio e ainda não foram localizados. O caso foi registrado como latrocínio no 73º Distrito Policial (Jaçanã). Assista a mais notícias do Alto Tietê